GOZANDO COM OS PÉS

| Considerada bizarra e de pouca higiene, a prática podólatra pode levar ao orgasmo sem a penetração tradicional


O fetiche da podolatria surgiu aproximadamente há 1000 anos Antes de Cristo quando o povo da região do Egito venerava os pés dos senhores dos metais, reis que comandavam as comunidades em volta das principais pirâmides da região. Quantos mais metais cobrindo seus pés, mais curioso ficava em saber o que havia por trás dos traçados de cobre. Naquela época, as mulheres eram proibidas de usarem as mãos para tocarem seus parceiros, que na maioria das vezes eram usadas apenas para o sexo, porém sobre os pés nada era concretizado, então usava-se para tocar seu parceiro. A prática se tornou hábito, fazendo com que os pés se tornassem quase que um órgão de prazer sexual. Com o desenvolvimento da libertinagem, os pés acabaram, aos poucos, sendo esquecidos, mas até hoje há resquícios dos amantes podólatras.


Engana-se quem acha que o podólatra simplesmente gosta de pés. O fetiche é muito mais complexo do que não parece. Há quem goste apenas do formato do pé, mas também existem aqueles que gostam da cor, do tamanho dos dedos, da forma como pode ser usado, dos odores e até mesmo das doenças que os pés proporcionam. De acordo com a sexóloga do Hospital Moinhos de Vento Maria da Graça Ruaro,